“Santa Teresinha é um exemplo muito atual para nós”, diz Bispo ao celebrar dia da Padroeira das Missões

Diocese de Nova Friburgo, 08 de outubro de 2020
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Momento de festa e alegria para a comunidade da Paróquia Santa Teresinha, situada no distrito de Conselheiro Paulino, em Nova Friburgo. Assim começou a manhã de 1º de outubro, dia da padroeira, ocasião na qual a comunidade recebeu o Bispo Diocesano, Dom Luiz Antonio Lopes Ricci, para presidir a Santa Missa.

Manifestando seu entusiasmo, alegria e gratidão pelo convite recebido para celebrar tal ocasião, Dom Luiz Antonio iniciou a Santa Missa saudando o Pároco, Pe. Wanderson Mozer, o Vigário Paroquial, Pe. Salomão Soares, o Diácono Permanente, Roberto Thurlher, e a toda a comunidade ali reunida, porém de modo reduzido devido às medidas de segurança por conta da pandemia.

 

“Santa Teresinha é um exemplo muito atual para nós”, essas foram as palavras iniciais do Epíscopo, fala que já denotava como seria conduzida a reflexão desta manhã: repleta de indicações de como servir ao Senhor, aos moldes de Santa Teresinha do Menino Jesus, Padroeira das Missões e vocacionada ao amor.

- Ela dizia “A minha vocação é o amor”. E eis a nossa vocação primeira. Se voltarmos às nossas origens descobriremos que essa é e sempre foi nossa vocação: Amar! Santa Teresinha encontrou essa verdade em uma profunda vida de oração. Se a vocação maior é amar, tudo o mais vem por acréscimo. Santa Teresinha diz "No coração da Igreja, serei o amor". Ser é mais do que agir. É muito mais profundo. É identificar - se com o Verdadeiro Amor, Jesus. O agir segue o ser; é consequência. Se eu sou, eu faço.

Dom Luiz Antonio prosseguiu alertando que num momento marcado por tantas divisões, disseminação do ódio, polarização, dentre outros problemas, devemos vencer o mal com o bem. “Se somos devotos de Santa Teresinha, devemos apostar no Amor. Ser sinal de amor, de flor, de luz, de primavera no mundo: florescer e frutificar”, disse.

O Epíscopo recordou que embora a sua vida tenha sido breve, Santa Teresinha amou com tanta força que ultrapassou os muros do Carmelo, e complementou.

- Seu amor transbordou e chegou em toda obra missionária da Igreja. Cada gesto de amor tem poder. Se nós somos o amor, devemos, como Igreja, ser sinal desse amor onde quer que estejamos: na família, na escola, no trabalho, na rua... Isto significa ser discípulo, missionário de Jesus. Por isso, Santa Teresinha foi missionária sem sair do convento. Só pode ser missionário quem é discípulo; quem acolhe a Cristo como Primeiro Amor.  E Jesus nos amou primeiro. Santa Teresinha se sentiu amada por Cristo e por isso descobriu sua vocação.

 

E com um especial olhar, concluiu a pregação. “É primavera: tempo de florescer e dar fruto! Tempo de frutificar no Amor! Num tempo de cultura da imagem, da aparência e ostentação, Santa Teresinha nos aponta o caminho: ser pequeno, como uma criança, como nos diz o Evangelho (Mateus 18, 1-5). Estamos no mundo, mas não somos do mundo. E por isso devemos transformá-lo com o amor. Quando colocamos amor naquilo fazemos, aquilo permanece. Sem amor nada podemos fazer; nada prospera”.

Texto:Grasiele Guimarães e Pascom da Paróquia Santa Teresinha (Conselheiro Paulino)
Foto:Pascom da Paróquia Santa Teresinha (Conselheiro Paulino)

 


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