Inaugurando programa Rede do Bem, Pascom entrevista com Dom Luiz Ricci – Bispo eleito de Nova Friburgo

Diocese de Nova Friburgo, 21 de maio de 2020
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A Pastoral da Comunicação (Pascom) da Diocese de Nova Friburgo iniciou na noite de 20 de maio, o programa Rede do Bem. Quis a Providência Divina que a primeira edição contasse com a presença do Bispo eleito de Nova Friburgo, Dom Luiz Antônio Lopes Ricci, que concedeu uma entrevista ao vivo pelo Facebook Oficial da Diocese. A conversa foi conduzida pelo Coordenador Diocesano da Pastoral da Comunicação, Pe. Aurecir Junior, e pela Assessora de Comunicação da Diocese, Grasiele Guimarães.
Durante a agradável entrevista Dom Luiz contou sua história, falou sobre a sua vocação, os primeiros anos de sacerdócio, sua missão e pastoreio nas paróquias por onde passou, sua fecunda relação com a formação de novos sacerdotes e a vida acadêmica, e testemunhou sobre a sua primeira experiência no Episcopado, como Bispo Auxiliar na Arquidiocese de Niterói. A entrevista foi visualizada por mais de 4100 pessoas. Vejamos.


Pastoral da Comunicação: Dom Luiz Antônio, há cerca de 15 dias acolhemos com alegria a nomeação do senhor para a nossa Diocese. Na expectativa para a sua posse em nossa diocese, quais palavras o senhor gostaria de dirigir hoje ao seu futuro rebanho?
Dom Luiz Ricci:  Primeiramente gostaria de dizer que é uma responsabilidade grande, porque é a primeira edição dessa feliz iniciativa, o programa Rede do Bem. Gostei muito do tema: rede. Construir redes, construir pontes, partilhar o conhecimento, buscar juntos saídas. É interessante que na Gaudium et spes quando se fala em consciência nos diz assim: na reciprocidade das consciências, os cristãos se unem aos demais para encontrar saídas, respostas para as questões que vão aparecer no dia a dia. É dialogar se unir aos outros para que juntos encontremos as respostas para as situações mais dramáticas, no caso agora a pandemia. Então a Rede do Bem, partilhar o bem e tudo aquilo que a Igreja faz a favor da vida. Parabéns a vocês! E que bom que as pessoas estão me acompanhando. É a minha primeira ‘aparição’, digamos assim, ao vivo e virtual, além da Missa do dia de minha nomeação. É a primeira oportunidade que tenho de estar mais próximo de vocês, ainda que virtualmente.


Pastoral da Comunicação: Ainda estamos nos conhecendo aos poucos, por isso, o senhor poderia contar-nos um pouco de sua história e como foi a descoberta de sua vocação?
Dom Luiz Ricci:  Nasci em Bauru, numa família humilde, cresci na periferia num bairro chamado Nova Esperança. E vou para Nova Friburgo. Então, dia 16 de maio (Aniversário Natalício de Dom Luiz) celebramos a data de fundação da cidade (Nova Friburgo), quando os imigrantes vieram da Suíça com todas as dificuldades e fundaram Nova Friburgo, certamente com esperança renovada de dias melhores. É bom sempre procurar lembrar dos imigrantes, que procuram dias melhores. Na verdade, somos todos imigrantes, peregrinos, estamos caminhando em direção à casa do Pai, nossa pátria é a Casa do Pai.
Cresci em Bauru, estudei em colégio público durante o Ensino Fundamental. No Ensino Médio fiz um Curso Técnico e depois, graças à Igreja, cursei Teologia, Filosofia, fiz Mestrado, Doutorado e Pós-Doutorado. Na verdade, tudo o que eu sou devo primeiramente a Deus, à família, aos amigos e à Igreja que confiou em mim e, por isso, espero corresponder a todo esse investimento que foi feito em mim, em minha vida.
 Comecei a trabalhar aos 14 anos. Meu Ensino Médio foi à noite, pois trabalhava durante o dia, era balconista, vendedor de calçados, trabalhei no comércio. Entrei para o Seminário com 22 anos. Deus me chamou nos acontecimentos da vida. Participava no meu bairro Nova Esperança, na Comunidade de São Miguel de várias pastorais: Juventude da Diocese de Bauru, era Vicentino. Então no trabalho pastoral, no trabalho social, no contato com as pessoas fui discernindo o chamado de Deus e dei um sim mais radical para o sacerdócio.
E aqui estou hoje como Bispo e agradecendo às maravilhas que Deus fez em mim esse tempo todo, a Misericórdia e a graça dele que me alcançou para que eu chegasse até aqui e me tornasse um instrumento dele.


Pastoral da Comunicação: O senhor viveu o seu mistério sacerdotal em outro Regional, no estado de São Paulo, poderia compartilhar conosco como foi a experiência nas comunidades por onde passou e quais foram essas comunidades?
Dom Luiz Ricci:  Fui ordenado padre em 1997. E instantaneamente logo após a minha ordenação, fui enviado para Roma para fazer o mestrado. Meu Bispo Dom Luiz José Leão Pena, jesuíta, valorizava muito a formação continuada. Depois voltei para exercer meu mistério como padre em Bauru, mais precisamente em Cabrália Paulista, Piratininga, também assumi a função de formador e Reitor em Marília onde temos o Seminário Provincial, que compreende sete dioceses. Os seminaristas estudam todos ali. Esse tema da unidade, da rede estávamos vivenciando ali.
A minha vida sacerdotal se transcorreu entre Bauru e Marília, são duas cidades do interior de São Paulo. Depois em 2004 fui para Roma fazer o doutorado em Teologia Moral e voltei no início de 2008 quando assumi a Paróquia São Cristóvão. Fui Pároco e fiquei lá por oito anos, foi muito boa a experiência e, quando lá estava, fui nomeado Bispo Auxiliar de Niterói.
São muitos amigos nessa história, nesse percurso, paróquias por onde passei, comunidades, o Seminário como Reitor, professor e Diretor. Enquanto estava ali Reitor criamos também a Faculdade São João Paulo II, ou seja, os nossos cursos de Filosofia e Teologia tiveram o reconhecimento civil. São muitos desafios. Sempre acumulei o trabalho pastoral, paroquial e o trabalho acadêmico, isso para mim foi muito bom a conjugação da pastoral, da prática, com a teoria. Nunca fui somente professor ou Pároco. Isso agradeço muito a Deus. Depois fiz o Pós-Doutorado em Bioética, uma área que gosto muito, bastante atual. Agora estou aqui nas terras fluminenses subindo a montanha para trabalhar com vocês.


Pastoral da Comunicação:  Na visão do senhor como é o Ministério Episcopal? Como o senhor compreende esse contato do Bispo com as pessoas numa diocese? O que significa ser Bispo? E como foram os primeiros anos de episcopado na Arquidiocese de Niterói?
Dom Luiz Ricci:  Primeiramente foi uma grande surpresa para mim ser nomeado Bispo Auxiliar de Niterói. Primeiro o sim para ser Bispo e depois o sim para vir para Niterói. Foi um aprendizado muito grande aqui. Agradeço muito a Dom José Francisco pela acolhida, aos padres e a todo o povo de Deus dessa querida Arquidiocese. Atravessei a ponte sempre com o desejo de construir pontes. Na verdade, aprendi a ser Bispo, estou e vou continuar aprendendo até o fim da vida, mas aqui em Niterói foi a minha primeira experiência como Bispo Auxiliar. Agradeço a Deus essa oportunidade de ter vivenciado essa etapa como Bispo Auxiliar. Aprendi muito aqui com Dom José e é lógico que tenho muito ainda que aprender.
O que significa ser Bispo? É ser pastor. Sempre gostei daquela imagem do Bom Pastor que carrega a ovelha em seus ombros. Ser Bispo é ser pastor, se pastor é cuidar, ter compaixão, sentir. Ontem acompanhamos quase 1200 mortes pelo coronavírus. É impossível não se compadecer, não sofrer com toda essa situação. É isso que estou procurando aprender desde quando era Pároco e agora, procurar ser um pastor. É lógico que o Bispo também tem a função de governar e aí conto com ajuda de todos vocês, de santificar e de evangelizar, anunciar, ensinar. Temos o múnus do ensino, da evangelização, do anúncio; também o múnus do governo e o múnus de santificar. Tudo isso que fazemos é em vista da santificação das pessoas, do crescimento humano, espiritual, para que possamos ser mais conforme o querer de Deus.  Enquanto isso vamos nos santificando, crescendo e melhorando a nossa existência enquanto peregrinamos para a Casa do Pai.
Ser mais conforme o querer de Deus, ser santo. Esse é o meu papel ser pastor e ajudar as pessoas a crescerem, serem santos e se aproximarem cada vez mais de Deus para aquele abraço definitivo que vamos receber na vida eterna.


Pastoral da Comunicação:  Diante desse tempo atípico, uma pandemia, o senhor poderia deixar uma mensagem de ânimo à Diocese de Nova Friburgo?
Dom Luiz Ricci:  É oportuno esse nosso programa e peço: acompanhem toda quarta-feira, às 20h. Por favor, acompanhem essa iniciativa! Vejam: Rede do bem, precisamos comunicar o amor para motivar as pessoas, tem muitas coisas boas acontecendo e muitas coisas no silêncio.
Falando sobre isso, nos lembramos de quantas pessoas estão se dedicando aos cuidados dos doentes, os profissionais de Saúde, os médicos, pesquisadores. Vejam quantos voluntários continuam indo às ruas para levar as quentinhas, a pastoral do povo de rua, as pessoas em situação de rua, quantas cestas são distribuídas, quantas iniciativas sociais e pastorais temos acontecendo graças ao trabalho, disponibilidade e a doação do tempo e também de recursos de tantas pessoas.
Vejam, quantas coisas boas também estão acontecendo na pandemia. Costumamos dizer: devemos fazer o bem sempre, mas fazer o bem nesse tempo de pandemia é muito significativo também. É interessante numa situação adversa as pessoas estão ajudando em casa também, fazendo pequenas coisas. É claro, é preciso ter todos os cuidados, ficar em casa, não podemos sair, mas têm muitos ajudando.
As transmissões das Missas, por exemplo. É por amor a Jesus que fazemos o bem. A Eucaristia nos fortalece, estamos vivendo a Igreja Doméstica. Aqui estamos conversando eu, um Bispo, o Pe. Aurecir, e você, Grasiele, representando os leigos. Isso é a Igreja! É o povo de Deus a grande família! O Bispo conta com a colaboração muito próxima dos padres e os padres dos leigos, e assim vamos continuar na missão de Jesus guiados pelo Espírito Santo.
Estamos nos preparando para celebrar Pentecostes. Estamos capacitados, encorajados para continuar nessa missão. Tem muitas coisas boas acontecendo. Então, a primeira palavra para continuar essa mensagem é agradecer, gratidão a você que faz a Igreja viva, aos padres, aos leigos e a todas as pessoas que procuram ser, em situação favorável ou adversa, um sinal do amor de Deus, sobretudo em situação adversa, podemos pensar que não, mas um pequeno sinal de luz pode dissipar as trevas. Não há treva que consiga esconder um sinal de luz.
Precisamos acreditar na força do bem. Vamos continuar firmes, motivados! É um tempo difícil, sentimos falta da Eucaristia sim, da participação presencial na liturgia. Estamos sofrendo com isso, afinal já são dois meses que estamos sem a participação dos fiéis na Eucaristia, o nosso povo fazendo a comunhão espiritual, mas acreditem, isso tudo vai passar e logo estaremos juntos novamente. Procuramos chegar à casa de vocês por meio da Santa Missa e de tantas outras iniciativas, mas sempre oferecendo no altar todos os dias o sacrifício, a Santa Missa, por vocês e por todos que não podem participar nesse tempo de pandemia.


Pastoral da Comunicação:  No próximo domingo celebraremos o 54º Dia Mundial das Comunicações Sociais. Um tema que o Papa Francisco sempre tem refletido nas suas mensagens é a verdade. O senhor poderia falar sobre a importância de comunicar a verdade, comunicar o bem, e o devido cuidado com as fakenews?
Dom Luiz Ricci:  Antes de responder gostaria de dizer que aquilo que nasce num tempo de pandemia e permanece, isso fortalece, já nasce muito bem. Nascer um programa como esse numa situação adversa! Vejam como um tempo de pandemia também pode ser fecundo, embora seja doloroso, pois são tantas mortes, mas quantas iniciativas surgem para dar resposta a esse sofrimento dos mais vulneráveis. Não me canso de rezar pelos mais vulneráveis, os pobres, os necessitados. Mas, quantas iniciativas surgem nesse momento de dor.
Esse programa nasceu nesse tempo de pandemia, fui nomeado num tempo de pandemia. Aí a gente entende a cruz de Cristo. Depois da cruz vem a ressurreição. Tudo que nasce na dor transforma, pascaliza, como diz um padre aqui de Niterói. Tudo que nasce na dor é pascalizado por Cristo. É a vitória da vida. É lógico que a dor é grande, não queríamos estar passando por esse momento. Mas se temos que passar, atravessar essa ocasião de solidão, de trevas, de cruz, possamos atravessá-la à luz da Páscoa, do Ressuscitado.
Aquilo que nasce e continua numa situação adversa tem vida longa, se fortalece, o que nasce na dificuldade valorizamos mais. Então a Igreja de Cristo está se fortalecendo, as pessoas também estão se fortalecendo, é lógico que estão cansadas, vem a angústia, a ansiedade. Está ficando pesado! Precisamos ser sinceros nesse sentido, mas vai passar! É uma incerteza. Me lembro que quando participava de Congressos de Bioética e de Teologia Moral, falávamos: Teologia Moral em tempo de incerteza. Hoje estamos vivendo literalmente a incerteza.
No documento do Papa queria Amazônia tem uma frase que as vezes passou despercebida, no número 94, que diz assim: “Com efeito, onde houver uma necessidade peculiar, Ele já infundiu carismas que permitam dar-lhe resposta. Isto requer na Igreja capacidade para abrir estradas à audácia do Espírito, confiar e concretamente permitir o desenvolvimento duma cultura eclesial”. Que coisa maravilhosa, o Espírito santo está agindo! Mas Bispo o senhor foi nomeado no meio da pandemia? Fui. Esse programa nasceu na pandemia, nasceu.
O Espírito Santo continua agindo mesmo nessa situação que estamos passando, temos que acreditar nisso. Estamos nos preparando para isso. Os textos dessa semana e da semana seguinte (na liturgia) vão nos falar muito sobre isso. Os textos dessa semana falam sobre a verdade. Aí a questão. O Espírito Santo nos conduz para caminharmos na verdade. Jesus é a verdade, Ele é o caminho, a a verdade e a vida.
Hoje vivemos num tempo de relativismos, de subjetivismos, de pós-verdade ou de autoverdade. Então é um tempo difícil. Onde está a verdade diante de tantas propostas desse mundo marcado pelo pluralismo. O pluralismo sadio é bom, mas quando cai em relativismo, subjetivismo, ideologias, contraposições, isso divide, não ajuda a construir respostas. Então qual é a verdade? O Papa insiste muito no tema da verdade. Jesus já insistiu e nós o acolhemos como caminho, verdade e vida. Ele é a verdade e é a proposta dele que queremos seguir.
Jesus mesmo disse: as minhas ovelhas escutam a minha voz e me seguem. Então é uma questão que coloco sempre: a quem escutamos e a quem seguimos? Se não for Jesus tudo vai desandar, pois são muitas as propostas. Tudo tem que passar pelo crivo de Jesus, pelo Evangelho, isso está conforme ou não? Se não está é preciso tirar do horizonte se você quer ser um bom cristão, bom católico, a referência é Jesus Cristo. Ele é a verdade.
Hoje temos as fakenews, que chamamos de desinformação, que atrapalham, criam divisões. Vocês sabem que a palavra diabo significa divisor? Tudo aquilo que divide é diabólico, tudo aquilo que integra é Pentecostes. Não podemos aceitar uma Torre de Babel. A partir de Jesus Cristo e do Espírito Santo temos que viver Pentecostes temos que nos entender nas diferenças. Parece que estamos voltando à Torre de Babel, mas essa fase já foi superada. Vamos buscar o que nos une, buscar a verdade. Então, antes de repassar qualquer informação verifique a autenticidade e ainda que seja verdadeira veja se vale a pena compartilhar. Ela pode ser verdadeira, mas pode ser difamatória e a difamação não vai acrescentar em nada. É lógico que devemos dizer sempre a verdade. Mas o Papa Francisco em uma de suas mensagens diz assim: ainda que seja verdade, se aquilo não serve para construir nada, para que vou divulgar?
A verdade é para construir. Ela está aliada com a caridade. Para quem me conhece, muito antes das fakenews tenho muitos textos falando sobre isso. Temos que tomar cuidado com as redes sociais. Se lermos os Salmos, a Palavra de Deus, vemos que sempre houve fofoca, mentira, a questão é hoje é mais veloz. A Bíblia nos chama a atenção para cuidarmos da língua. Jesus também falou que não devemos julgar.
Na atualidade temos que tomar conta dos dedos, pois são eles que escrevem e enviam, precisamos ter a temperança, o equilíbrio, a justiça, a caridade. Vamos procurar a verdade das coisas e passar da Babel para Pentecostes, estamos nos preparando para isso. Passamos a Quaresma toda em quarentena, o Tempo Pascal em quarentena, temos que sair renovados, não dá para ser do mesmo jeito. Jesus está permitindo tudo isso para alguma coisa, é pegar ou largar, temos que nos renovar. É uma chance que temos. É lógico que não queríamos isso! Se o mal chegou, se o vírus chegou, o que podemos fazer de bom para a nossa vida sem deixar de cuidar o outros? Sofrer com os outros, pois todos nós estamos expostos a qualquer situação difícil de sofrimento e de dor.


Finalizando a entrevista, Dom Luiz Ricci falou sobre a criatividade do amor, tão exortada pelo Papa Francisco nesse tempo de pandemia.
Dom Luiz Ricci:  Criatividade do amor. Comunicar a verdade. O amor por natureza é criativo, o Espírito Santo é criador. Vamos celebrar Pentecostes! Precisamos criar a partir de Cristo e não de nós mesmos, aí é necessário diminuirmos para Ele crescer. O amor é criativo e procura também caminhos para dar uma resposta. Pensem no Bom Samaritano, ele tinha o azeite, o vinho, a moeda para oferecer ao dono da pensão. Então o amor é criativo. A gente sempre tem um pouquinho de vinho e de azeite para colocar nas feridas da humanidade.
Nessa mensagem final vou pedir que vocês rezem comigo uma Ave Maria. Antes de dormir sempre pedimos a benção da mãe. Nessa Ave Maria vamos rezar por aqueles que são vulneráveis, por aqueles que sofrem, os falecidos, os familiares, os profissionais da saúde, os governantes, que o Espírito Santo ilumine a todos. Maria nos visite, passe na frente e acalme o nosso coração e nos mantenha na verdade que é Jesus, que sejamos como ela, anunciadores da verdade, das maravilhas de Deus. “O senhor fez em mim maravilhas e santo é o seu nome”. Ave Maria...


Texto:Grasiele Guimarăes

 


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