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Dom Edney preside Missa de Finados em Macaé e Realengo

No dia de Finados, 2 de novembro, o Bispo Diocesano de Nova Friburgo, Dom Edney Gouvêa Mattoso, participou de duas celebrações: a primeira, no Cemitério Memorial da Igualdade, em Macaé, às 9h; e a segunda, no Cemitério do Murundú, em Realengo, Rio de Janeiro, às 16h30.

Cemitério Memorial da Igualdade - Macaé

Pela primeira vez, Dom Edney presidiu a Santa Missa em memória aos fiéis defuntos no Vicariato Litoral. Concelebraram: o Vigário Episcopal, Pe. Gelcimar Petinati, e o Vigário Forâneo, Pe. Gleison Lima. Esteve presente ainda o Diácono Transitório, Aurecir Júnior.

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Ao saudar os presentes, o Bispo lembrou que o dia de Finados "não é ocasião de prantearmos a morte, mas afirmarmos o Deus da vida, pois os que Nele adormeceram, com Ele viverão". Para a pregação, trouxe uma delicada reflexão que sintetiza o conjunto da fé cristã: todos vão para junto de Deus. “Sofremos pela ausência física e também pelo nosso dia que também chegará. Somos finitos nesse mundo e a causa da nossa tristeza é dupla, onde sofremos pela separação e pela nossa finitude”.

Sobre o evento morte, abordou a questão de ser "um remédio para todo o sofrimento, onde Deus sabe a hora em que deve ser aplicado”.

- Quando ouvimos a expressão 'entrar no repouso eterno', significa descanso, sossego, certeza de segurança e tranquilidade. Adentrar ao repouso eterno é entrar na experiência da paz de Deus.

O Sucessor dos Apóstolos lembrou a experiência do Pe. Amauri da Silva, falecido no último dia 16/10, que lutou bravamente contra uma enfermidade e teve como últimas palavras um profundo agradecimento e louvor a Deus: "Agora eu vou para a eternidade". “Alguém para dizer uma frase como essa está muito tocado pela proximidade de Deus, que o chama após breve período de sofrimento”.

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Aproveitando o ensejo, Dom Edney mostrou a todos o quão importante é o nosso papel como intercessores daqueles que já se encontram na glória eterna.

- Lembremos dos entes que são alcançados pela nossa oração. Que possam ter a felicidade do encontro e de ter os seus pecados queimados pelo amor de Cristo que nos redime. Nossas intercessões os alcançam para que o momento do encontro não seja de dor pela vida que passara, mas que os faça ver a misericórdia de Deus. Não há pecado nesse mundo que possa apagar a chama do amor de Deus.

Citando a morte de Lázaro, deixou uma mensagem de conforto e consolo aos que precisam superar as perdas e seguir adiante.

- O dia de hoje deve ser resumido pelo trecho do Evangelho que diz: ‘Não se perturbe o vosso coração’. É dia de reafirmar a fé, de lembrar que não caminhamos para o nada, mas para a vida plena. Somente pela fé mantemos a cabeça erguida no caminho de construção da eternidade à exemplo dos santos, que manifestaram o céu na terra por suas vidas e testemunhos.

Cemitério do Murundu - Realengo, Rio de Janeiro

A celebração da Santa Missa no cemitério de Realengo é uma missão que Dom Edney cumpre anualmente com todo amor e dedicação. Nascido e criado no bairro, carrega consigo inúmeras memórias de sua infância e juventude, e também dos amigos que por lá deixou.

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Ao chegar no local, cumpre o mesmo ritual: acolhe e abençoa o povo reunido, preside a Eucaristia, e visita o túmulo de seus familiares e também do sacerdote que o batizou. Ali, envolto em uma atmosfera saudosa, é como se dissesse: “eu sei que vocês não estão aqui, sei que estão junto de Deus, mas se venho é porque sei que aqui ficou o último sinal da presença de vocês nesse momento, e venho lembrar de todos com muito carinho”.

Em sua homilia, além da contextualização da Sagrada Escritura, o Epíscopo enumerou diversos pontos relevantes acerca do dia em questão. Recordou quanta dor a morte nos causa; que não estamos preparados para morrer (uma vez que fomos criados para a eternidade); lembrou da Parábola do Filho Pródigo e também de palavras confortantes do Apóstolo Paulo; comentou o significado de colocarmos flores nos túmulos; e ainda sobre o quão proveitosas são as nossas orações pelos já falecidos.

Um trecho, porém, merece certo destaque.

- Passamos por esse mundo para preparar nosso céu. Por isso, todo bem, tudo de bom que formos capazes de fazer, nessa imensa teia de relacionamentos que nos une, é a preparação para nossa eternidade. Num momento como o de hoje, quando lembramos de tanta gente que já foi pra junto de Deus, tanta gente que nos precede, não podemos evitar de lembrar que por tantas ocasiões poderíamos ter amado mais essas pessoas. Poderíamos ter manifestado a eles o nosso amor, nosso carinho, nossa compreensão, nosso perdão, e não fizemos.

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E continuou.

- Mas é na mesma fé, na mesma certeza de que essas pessoas hoje sabem, muito mais que nós, pela experiência que já fazem da convivência em Deus, que tudo isso fica para trás e a reconciliação acontece. A reconciliação acontece em torno do altar. Quando nos unimos para celebrar a vitória de Cristo sobre a morte, estamos também nos reconectando, nos reunindo com todos esses que já partiram.

Finalizando, recordou que nada do que vivemos é em vão, que “nosso sofrimento, unido ao sofrimento de Cristo, é redentor”. E mais: pediu a todos que encarassem a morte como uma libertação, e não como um momento de dor apenas.

Com os versos “Eu sou o Pão da Vida / o que vem a Mim não terá fome... Eu o ressuscitarei no dia final”, o canto de Comunhão sintetizou o consolo de Deus a todos os que faleceram e àqueles que ainda vivem a jornada em direção ao Pai.

Texto: Diogo Quadra e Pascom Vicariato Litoral
Fotos: Diogo Quadra e Flávia Borba
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Pensamento da Semana

 O que nos dá alegria e nos aproxima de Deus devemos buscar para os irmãos.

Dom Edney Gouvêa Mattoso