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ABERTURA CAMPANHA DA FRATERNIDADE – 2020

Nos dias 29 de fevereiro e 1º de março, será oficialmente aberta na Diocese de Nova Friburgo a Campanha da Fraternidade 2020 (CF-2020), a nível vicarial. Neste ano, será abordado o tema: “Fraternidade e vida: dom e compromisso” e o lema: “Viu, sentiu compaixão e cuidou dele” (Lc 10, 33-34). O evento acontecerá nos três Vicariato Episcopais, sendo no Litoral a Santa Missa presidida pelo Administrador Apostólico da Diocese, Dom Paulo Antônio De Conto.

Vicariato Litoral

Abertura Oficial da Campanha da Fraternidade no Vicariato Litoral acontecerá no dia 29 de fevereiro, a partir das 7h30, em Macaé. A concentração se dará na Praça Washington Luiz, seguindo-se de caminhada pelas ruas do Centro, às 8h. Encerrando o evento, terá lugar a Santa Missa na Paróquia Nossa Senhora de Fátima, presidida por Dom Paulo.

Vicariato Sede

No Vicariato Sede a abertura oficial acontecerá em 1º de março, às 14h30. O evento terá início com a concentração na Praça do Suspiro, com uma animação. Logo após, às 15h, começará a Caminhada de Fé, realizada com cinco paradas ao longo do caminho. Para esse momento, cada Forania deverá ser identificada por bandeirinhas nas seguintes cores: Branco (Forania I); Verde (Forania II); Azul (Forania III), Amarelo (Forania IV); Vermelho (Forania V). A Caminhada de Fé se encerrará às 16h, com a Santa Missa na Catedral Diocesana São João Batista, presidida pelo Pe. Marcelo Piller.

Vicariato Norte

Também em 1º de março, será celebrada a Abertura da Campanha da Fraternidade 2020 no Vicariato Norte, na Paróquia Nossa Senhora da Piedade, em Cordeiro. O evento começará com a concentração, às 13h, na Praça da cidade, de onde todos seguirão em procissão, rezando o Santo Terço, em direção à Igreja Matriz Nossa Senhora da Piedade. Chegando ao templo, haverá um momento de reflexão sobre o tema da Campanha e, em seguida, a Santa Missa, às 15h, presidida pelo Pe. Arnaldo Leite.

 

 Uma reflexão sobre a Campanha da Fraternidade 2020
Viu, não sentiu compaixão e zombou dele

O Documento de Aparecida aponta que “vivemos uma mudança de época, e seu nível mais profundo é o cultural. Verdadeiramente a nossa época tem algumas dificuldades na esfera missionária. Uma das tantas seria a de conjugar, junto ao Bom Samaritano, os três verbos contidos neste que é o lema da Campanha da Fraternidade 2020: “VIU, SENTIU compaixão e CUIDOU dele”.

Vivemos numa época em que VER, SENTIR e CUIDAR não está “na moda”. O que importa hoje é VER (não porque queremos nos comprometer, mas por uma certa curiosidade boba), FILMAR (não porque queremos dar voz e vez ao filmado, mas porque tem de repercutir e temos de ganhar curtidas com a dor do outro) e, por fim, POSTAR (porque o direito à boa fama é coisa do passado).

Quão difícil! Três verbos facilmente invertidos e uma sociedade facilmente fadada aos equívocos. “Deixa-se de lado a preocupação pelo bem comum” (cf. Documento de Aparecida) e a vida não é mais tida como um Dom e Compromisso.

Estamos numa grande rede. A rede da indiferença. O Papa Francisco convida-nos a vencermos a “globalização da indiferença”.

O universo das mídias é bastante proveitoso. Quantas coisas boas podemos extrair deste emaranhado de novidades. É perceptível a facilidade na comunicação e informação ofertada por esse veículo. Isso é inquestionável e, ao mesmo tempo, louvável. No entanto, também é notório o quanto nos afastamos do próximo mais próximo por conta das mídias. Magno paradoxo: perto de quem está longe e longe de quem está perto.

Assim sendo, torna-se possível diagnosticar que perdemos um pouco o DOM de sermos fraternos; aquela vocação que nos faz ter COMPROMISSO com o próximo e, agindo assim, provocamos a ascensão de uma das grandes angústias do nosso tempo, apontada por Dom Joel Portella Amado no texto-base do 18º ENP (Encontro Nacional de Presbíteros): a angústia da indiferença. O autor, com olhar atento à realidade, aponta: “Nosso tempo parece que se acostumou com o sofrimento alheio. São tantos necessitados que passamos a considera-los pertencentes à paisagem cotidiana. Importa não sermos atingidos por eles. É preciso passar ao largo”. Ainda neste texto, Dom Joel dá um nome ao fenômeno: “Síndrome de Caim”, tendo como base (Gn 4, 9): “por acaso sou responsável por meu irmão?”

O solo bebeu o sangue de Abel, e Deus pediu contas a Caim. Quantas vezes e por tantos modos nós também derramamos sangue de irmãos nossos na vida, nas postagens, sem respeitarmos o direito à boa fama do qual todos gozamos. Temos uma facilidade enorme de esquecer o que é responsabilidade e fraternidade. Faz-se necessário um exame de consciência para a quaresma que vislumbramos, a fim de sermos os Bons Samaritanos da atualidade.

Não é sempre que agimos como Bons Samaritanos. Às vezes OLHAMOS, NÃO SENTIMOS COMPAIXÃO E, QUEM SABE, ATÉ ZOMBAMOS DOS NOSSOS IRMÃOS. O universo midiático parece ser o universo das indiferenças. Faz-nos recordar o que o Papa Francisco nos alertou na Evangelii Gaudium, nº 54, acerca da supracitada “globalização da indiferença”.

Como remédio para a doença da indiferença, a Igreja no Brasil, através da CNBB, brinda-nos com mais uma edição da Campanha da Fraternidade, cujo tema é “Fraternidade e Vida: Dom e Compromisso” e o lema: “Viu, sentiu compaixão e cuidou dele.” (Lc 10, 33-34)

Sejamos, pois, uma IGREJA SAMARITANA, ouçamos a voz do amado Papa Francisco e proclamemos o Reino dos Céus com o nosso testemunho diário, inspirados na vida e na história do Anjo Bom da Bahia, Santa Dulce dos Pobres.

Daigo Souza de Oliveira
Seminarista da Diocese de Nova Friburgo
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PARÓQUIAS DA DIOCESE

 

Pensamento da Semana

 O que nos dá alegria e nos aproxima de Deus devemos buscar para os irmãos.

Dom Edney Gouvêa Mattoso