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Vida e Obra do 3º Bispo de Nova Friburgo - Histórias

1.Certa vez, Dom Rafael revelou que no momento em que vinha da Europa para o Brasil, na popa do navio, olhando para trás, com sua agenda na mão, vendo os nomes das pessoas - seus familiares, amigos e conhecidos - chegou um momento em que pensou “isso não é bom!”. Ele fazia sua oração na popa do navio e chegou à conclusão de que o saudosismo estava atrapalhando-o. Ele, então, pegou a agenda, rasgou-a por completo e jogou no mar. Aquelas folhas foram sugadas pela força dos motores e então disse pra si “não é pra trás, é pra frente”. E saiu correndo para o proa, dizendo “é o Brasil, é o Brasil!”.
História contada pelo próprio Dom Rafael em entrevista ao Prof. Felipe Aquino, no programa Escola da Fé, em 2009.

2. Dom Rafael foi secretário pessoal de São Jose Maria Escrivá antes de se ordenar, e quando o fundador da obra pediu que viesse para o Brasil, Dom Rafael declinou. Seguiu-se um diálogo mais ou menos assim: - Quero ficar aqui com o senhor!, exclamou Dom Rafael. - Aqui em casa a gente nunca se despede, respondeu o santo. - É verdade, padre. Mas têm aqueles que não se despedem e ficam aqui e aqueles que não se despedem e vão para outro lugar. Quero ser como esses que ficam aqui. - Não senhor. Você vai pra lá e verá que valerá a pena!
História narrada pelo Pe. Fabio Carvalheiro, Vigário do Opus Dei no Rio de Janeiro
 
3. “Dom Rafael contava que, às vezes, São José Maria brincava com ele, cantando o trecho de uma música em italiano que dizia “Timida è la bocca tua”. Era uma ironia, na verdade, porque Dom Rafael, como quase todos os irmãos da família, não era nem um pouco tímido. Pelo contrário, todos eram alegres, falantes, espontâneos, uma característica de sua família. Quando São José Maria esteve no Brasil em 1974 durante 15 dias - uma grande sorte que tivemos, porque nem todos os países tiveram a graça de recebê-lo - em uma reunião só com os fiéis da prelazia, para aproximadamente 20 pessoas, em São Paulo, Dom Rafael, presente na ocasião, estava muito emocionado. Estava num canto, meio afastado, quase que escondido. O fundador, então, dirige-se a ele e pergunta de um modo carinhoso: ‘Rafa, valeu a pena vir ao Brasil, não?’. No que Dom Rafael, com lágrimas, responde: ‘Sim, padre. Valeu!’”.
História narrada por Ignacio Iñguez de Onzono, arquiteto, Numerário do Opus Dei no Brasil desde 1975

ESPECIAL DOM RAFAEL Histórias São Josemaria e Dom Rafael

Dom Rafael (2º à esquerda) com São Josemaria Escrivá (esquerda)

4. “Quando morava em São Paulo, logo ao chegar ao Brasil, um ladrão entrou na casa onde Dom Rafael estava. Parece que o ladrão ficou meio acuado num canto e um dos moradores, querendo animá-lo a se entregar à polícia, disse: “senhor ladrão, estamos aqui esperando pelo senhor”. Durante muito tempo Dom Rafael se divertia contando esse caso do senhor ladrão”.
História narrada pelo Monsenhor Vicente Ancona, Vigário Geral do Opus Dei no Brasil
 
5. “Dom Rafael gostava muito de esporte, era um nadador muito resistente - numa ocasião fez, nadando, o percurso praticamengte completo do Arpoador ao Leme. Numas das excursões que fazíamos às praias - acho que no Guarujá - uma pessoa do grupo passou mal no mar. Essa pessoa não era uma boa nadadora, a ponto de estar quase desistindo. Mas Dom Rafael disse à pessoa: “você volta comigo!”. E realmente a puxou de volta à praia. Uma história mais séria, porém de heroísmo”.
História narrada por Ignacio Iñguez de Onzono, arquiteto, Numerário do Opus Dei no Brasil desde 1975

6. “Ele gostava muito de caminhar e, enquanto pôde, subiu todas as montanhas daqui do Rio - as Agulhas Negras, o Morro da Caledônia, a Pedra da Gávea, o Pico do Açu etc. Naquela época, a ideia era subir, passar a noite no cume e voltar no dia seguinte. Hoje, as barracas de acampamento não pesam nada, mas antigamente (anos 70) não era assim. Numa dessas caminhadas, um rapaz forte que conheceu a obra do Opus Dei no Rio ofereceu-se para subir com a estrutura metálica da barraca. Quando chegaram ao cume, após 3h30 de caminhada, era quase noite e resolveram montar a barraca. Começaram a se perguntar onde estava a lona e não acharam. O rapaz forte falou: ‘vocês querem dizer que eu carreguei todo esse peso pra nada?’. Dom Rafael, olhando pra ele, falou: ‘calma! Vamos dormir ao relento e ver o maravilhoso por do sol daqui de cima!’. Ele sabia tirar o lado bom das coisas em qualquer ciscunstância. Passaram um frio danado, mas de fato o nascer e o por do sol foram belíssimos”.
História narrada por Ignacio Iñguez de Onzono, arquiteto, Numerário do Opus Dei no Brasil desde 1975

ESPECIAL DOM RAFAEL Em excursão com universitários. Crédito - Centro Cultural da Prelazia Opus Dei

Fazendo excursão com alguns colegiais, em 1976
Crédito: Centro Cultural da Prelazia Opus Dei

7. “Ele confiava muito nas pessoas. Basta ver que muitos dos cadernos, livros, folhetins que escreveu possuem diversas histórias que foram recolhidas de conversas com pessoas. E às vezes, no trato da vida comum, dizia: “você se incomodaria de me repetir essa história que acabou de contar sobre seu amigo? Porque acho que serve para um escrito que estou fazendo com essa temática”. Então, era um homem que estava sempre atento a recolher fatos reais, vividos por ele próprio ou por outras pessoas, as quais naturalmente pedia autorização para que fossem traduzidas em seus escritos”.

História narrada por Ignacio Iñguez de Onzono, arquiteto, Numerário do Opus Dei no Brasil desde 1975
 
8. “Na inauguração do Seminário, Dom Rafael disse: ’Como que por inspiração do Senhor, quis assumir publicamente esse compromisso de construir o Seminário para impedir que eu pudesse voltar atrás’. Ou seja, lançou para que fosse cobrado. Com certeza no céu uma de suas intenções será sempre pelo Seminário, pelas vocações, pela perseverança de todos”.
História narrada pelo Pe. Fabio Carvalheiro, Vigário do Opus Dei no Rio de Janeiro

ESPECIAL DOM RAFAEL Histórias Discurso após a Missa Solene de Inauguração do Seminario em Nova Friburgo. Crédito - Andreia Gripp

Dom Rafael discursando na missa de inauguração do Seminário Diocesano Imaculada Conceição, em 2006
Credito: Andreia Gripp

9. “Quem foi jovem e conviveu com Dom Rafael não se esquece dos socos que ele dava no peito dos meninos, sempre depois dizendo a eles que Deus os queria santos. Um soco capaz de derrubar os que estavam desatentos. E os socos na mesa durante as pregações?! Inesquecíveis! Eram para nos acordar que fazia isso (risos). Nos momentos mais importantes da pregação, falava mais alto e dava um soco na mesa. Não tinha quem não despertasse para o que estava dizendo.”

História narrada pela Andreia Gripp, jornalista, consagrada da Comunidade Shalom, que trabalhou com D. Rafael na Pastoral da Juventude e no Instituto Pró-Família

ESPECIAL DOM RAFAEL Histórias Dom Rafael em uma formação para jovens. Crédito - Andreia Gripp
 
Dom Rafael no retiro da PJ, em 2005
Crédito: Andreia Gripp

10. Através dele conheci as JMJs, estivemos juntos em Toronto onde passeávamos pelas ruas, entrávamos nas filas, comíamos pizza... nos misturávamos aos jovens e muitos, ao verem sua Cruz episcopal, ficavam admirados, dizendo ‘ tem um bispo entre nós’. Em nossa visita a Lisieux no mesmo ano, 2002, tivemos a oportunidade de celebrar no Carmelo de Santa Terezinha, nos divertimos muito na viagem de trem. Não falávamos nada de francês e muito mal o inglês. Ainda lembro que sentou uma francesa conosco e ficávamos tentando conversar com ela, descobrir as palavras... demos ótimas gargalhadas.

História narrda pela Suzana Freitas R. de Lima, cirurgiã-Dentista, que trabalhou no gabinete de Dom Rafael

ESPECIAL DOM RAFAEL Histórias Durante a JMJ Toronto em 2002. Crédito- Suzana Freitas

Dom Rafael durante a JMJ Toronto, em 2002
Crédito: Suzana Freitas


 

 

 

 

DOM RAFAEL: VIDA E OBRA

 

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PARÓQUIAS DA DIOCESE

 

Pensamento da Semana

 O que nos dá alegria e nos aproxima de Deus devemos buscar para os irmãos.

Dom Edney Gouvêa Mattoso