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A voz do pastor

14/11/2017, 18:29
bem-aventurados-vos-os-pobres-porque-vosso-e-o-reino-de-deus-lc-6-20Queridos amigos, vivemos em um tempo de grande contradição aos conselhos evangélicos. A todo instante...
07/11/2017, 16:19
a-vida-transformadaCaros amigos, iniciamos o mês de novembro, que encontra sua tônica espiritual na Solenidade de Todos os...
30/10/2017, 17:50
arte-e-sociedadeCaros amigos, a arte é uma das expressões mais sublimes da cultura humana. Poderíamos dizer, inclusive,...
24/10/2017, 23:54
ensino-religioso-tolerancia-ou-intoleranciaCaros amigos, refletir sobre o tema da educação é urgente em nossa sociedade, cabe à Igreja, por...
16/10/2017, 21:42
educar-juntos-2017Caros amigos, nossas reflexões lançam um olhar global sobre a participação conjunta da vocação religiosa...

O dom da vida

A voz do pastorCaros irmãos, vivemos em tempos sombrios no que diz respeito à defesa da vida, desde o seu primeiro momento até seu fim natural. Sinais como o aborto, a eutanásia, o suicídio, as armas químicas e a ameaça de uma guerra nuclear são algumas das notícias que lemos nos jornais nos últimos meses. Também encontramos, nestas mesmas mídias, opiniões e argumentos contra e a favor em relação a todas estas práticas. Alguns dizem, inclusive, que a fé é a única voz impostada contra tais atrocidades.

É importante dizer que a fé é verdadeiramente uma luz que ilumina a razão em sua busca pela verdade, mas de nenhum modo “substitui” a razão. A fé não é e nem pode ser irracional, mas só é possível em seres racionais. Não é uma contradição da ciência, mas uma ajuda na autêntica pesquisa científica. A ciência também ilumina a inteligência humana e em nenhum dos casos citados pode ser cientificamente negado que se trata da “morte intencionalmente provocada de seres humanos". A justificação de qualquer uma dessas práticas é o que chamamos de “cultura de morte”.

Muitos eufemismos podem ser utilizados: interrupção da gravidez, questão de segurança nacional, controle populacional, contracepção, legítima defesa, bem comum, direitos do homem e até mesmo “misericórdia”. Mas a realidade é sempre a mesma: assassinato! Afirma o Concílio Vaticano II a este respeito: “Todas estas coisas e outras semelhantes são infamantes; ao mesmo tempo que corrompem a civilização humana, desonram mais aqueles que assim procedem, do que os que padecem injustamente; e ofendem gravemente a honra devida ao Criador”. (GS, 27)

São João Paulo II fala acerca deste “sentimento fratricida” em sua emblemática encíclica sobre o valor inviolável da vida humana, Evangelium Vitae: “Com o pecado, o homem revolta-se contra o Criador, acabando por idolatrar as criaturas: «Veneraram a criatura e prestaram-lhe culto de preferência ao Criador» (Rm 1, 25). Deste modo, o ser humano não só deturpa a imagem de Deus em si mesmo, mas é tentado a ofendê-la também nos outros, substituindo as relações de comunhão por atitudes de desconfiança, indiferença, inimizade, até chegar ao ódio homicida. Quando não se reconhece Deus como tal, atraiçoa-se o sentido profundo do homem e prejudica-se a comunhão entre os homens” (n. 36).

Deste modo, percebe-se que o zelo com a natureza começa com a adoração ao Criador e o cuidado com a vida humana, Sua imagem e semelhança. Fora desta lógica não há sentido na preservação do restante da natureza.

Dom Edney Gouvêa Mattoso, Bispo Diocesano de Nova Friburgo
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Pensamento da Semana

 O que nos dá alegria e nos aproxima de Deus devemos buscar para os irmãos.

Dom Edney Gouvêa Mattoso